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Versos diversos - é possível fazer poesia!
Oficina de criação literária de poemas e narrativas em versos.

Poesia é tudo aquilo
Que a gente não entende;
É como comprar um quilo,
Daquilo que não se vende.

 Sinopse: O participante vai aprender por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e recitar diversas formas fixas de poesia.  Serão apresentadas formas que pertencem tanto ao universo da cultura popular (sextilha, galope a beira mar, martelo agalopado etc) como estruturações de estrofes que pertencem à chamada cultura erudita (soneto, triolé, vilanela etc)

Apresentação: É característica do palestrante, que possui vasta experiência com oficinas de criação literária para públicos diversos, utilizar as brincadeiras com rimas, histórias e o humor para que os participantes sintam que também são capazes de fazer os seus próprios poemas. Por mais simples que possa parecer, sempre é muito gratificante quando um aluno torna-se autor de um poema que traduz a  sua própria emoção ou sentimento.  O oficina "Versos Diversos - é possível fazer poesia!" vem quebrar de vez o paradigma de que a criação literária em versos é exclusiva para poucas pessoas. Havendo a correta interação entre o grupo, a coerente explicação teórica e os diversos exercícios práticos, quase todos os participantes  sentem que são capazes de transformarem-se em verdadeiros poetas. 

Há poeta bem idoso,
Há poeta até criança,
Porém todos batem palmas
Quando a poesia dança
.

Objetivo: Iniciar o treino da escrita, leitura, narração e escuta em versos.

Justificativa: O universo poético sempre esteve presente (mesmo que inconsciente) no dia a dia da maior parte dos brasileiros: as maravilhosas canções da MPB (música popular brasileira) que  carregam em seus versos belas figuras de linguagens, a poesia improvisada presentes de norte a sul: cantoria de viola (interior do nordeste), embolada (litoral nordestino), trova gaúcha (Rio Grande do Sul), hip-hop (todo o país), calango mineiro (Minas Gerais), cururu (interior de São Paulo) entre tantas outras formas de canto espontâneo. Não podemos nos esquecer das famosas quadras (estrofes de quatro versos) que toda criança aprende nas escolas e nos lares com os mais velhos; a própria literatura de cordel que até os anos de 1980 era vendida em feiras livres do interior do nordeste e que, a partir dos anos 2000, ganhou todo o Brasil nos versos ágeis de seus poetas tradicionais e de seus recriadores.  Ou seja, de um jeito ou de outro, a poesia fez e continua fazendo parte das nossas vidas.

Desenvolvimento:  O presente modelo é para um encontro de 06 horas, que pode ser adaptado de acordo com a situação/público.
Primeira hora: Dinâmicas de apresentação do grupo, apresentação de algumas modalidades poéticas por meio de histórias, improvisos e jogos de versos.
Segunda hora: Análise e leitura atenta de alguns livros que são escritos em versos.
Terceira hora: Os participantes exercitam, em grupo, a escrita de quadras (estrofes de 4 versos) e sextilhas  (estrofes de 6 versos) . Há um momento de apresentação oral dessa criação poética.
Quarta hora: Prática individual de estilos poéticos mais complexos: limeriques, oitavas, décimas, sonetos, vilanela, martelo agalopado etc.
Quinta hora: Criação coletiva de uma história com enredo, conflito e elaboração de personagens. Transcrição dessa história para alguma modalidade poética.
Sexta hora: Apresentação oral dessa narrativa. Dúvidas e considerações finais. Criação de poema final para a despedida.

Conteúdo Programático: - Mitologia primitiva, origens das narrativas em versos, o que são rimas?  Métricas de 5, 7 e 10 sílabas poéticas, poema ou poesia?  Dinâmicas de contação de histórias em versos, poemas e emoções, culturas populares tradicionais e culturas massificadas e oralidade poética.

Equipamentos e materiais necessários: Microfone head-set, somente acima de 30 participantes. Papel e caneta para os participantes, quadro para escrita e cópia da apostila.

Referências bibliográficas:
MOISÉS, Massaud. Dicionário de Termos Literários: Editora Cultrix. São Paulo, 2004.

MONIZ, António e PAZ, Olegário. Dicionário Breve de Termos Literários: editorial Presença, Lisboa, 1997.

OBEID, César. Criança Poeta: Editora do Brasil. São Paulo, 2010.

____________. Minhas Rimas de Cordel: Editora Moderna. São Paulo, 2005.

_____________. Desafios de Cordel: Editora FTD. São Paulo, 2009.

_____________. Brincantes Poemas: Editora do Brasil. São Paulo, 2010.

_____________. Para Ler, Ver e Ouvir - Histórias Indianas do Pantchatantra: Editora Moderna, 2010.
_____________. Tupiliques - heranças indígenas no português do Brasil: Editora Moderna, 2013. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Temática:

 

O participante vai aprender por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e recitar diversas formas fixas de poesia.

Serão apresentadas formas que pertencem tanto ao universo da cultura popular (sextilha, galope a beira mar, martelo agalopado etc) como estruturação de estrofes que pertencem à chamada cultura erudita (soneto, triolé, vilanela etc).

 

O universo poético sempre esteve presente (mesmo que inconsciente) no dia a dia da maior parte dos brasileiros: as maravilhosas canções da MPB (música popular brasileira) que  carregam em seus versos belas figuras de linguagens, a poesia improvisada presentes de norte a sul: cantoria de viola (interior do nordeste), embolada (litoral nordestino), trova gaúcha (Rio Grande do Sul), hip-hop (todo o país), calango mineiro (Minas Gerais), cururu (interior de São Paulo) entre tantas outras.    O universo poético sempre esteve presente (mesmo que inconsciente) no dia a dia da maior parte dos brasileiros: as maravilhosas canções da MPB (música popular brasileira) que  carregam em seus versos belas figuras de linguagens, a poesia improvisada presentes de norte a sul: cantoria de viola (interior do nordeste), embolada (litoral nordestino), trova gaúcha (Rio Grande do Sul), hip-hop (todo o país), calango mineiro (Minas Gerais), cururu (interior de São Paulo) entre tantas outras formas de canto espontâneo. Não podemos esquecer as famosas quadras (estrofes de quarto versos) que toda criança aprende nas escolas e nos lares, com os mais velhos. A própria literatura de cordel que até os anos de 1980 era vendida em feiras livres do interior do nordeste e que, a a partir dos anos 2000 ganhou todo o Brasil nos versos ágeis de seus poetas tradicionais e de seus recriadores.  . 

 

 

A oficina pode ser realizada em um dia (03 ou 06 horas) ou dois dias (3 horas por dia), dependo da necessidade de cada unidade SESI.

O presente modelo é para um encontro de 06 horas:

Primeira hora: Dinâmicas de apresentação do grupo, apresentação de algumas modalidades poéticas por meio de histórias, improvisos e jogos de versos.

Segunda hora: Análise e leitura atenta de alguns livros que são escritos em versos.

Terceira hora: Os participantes exercitam, em grupo, a escrita de quadras (estrofes de 4 versos) e sextilhas  (estrofes de 6 versos) . Há um momento de apresentação oral dessa criação poética.

Quarta hora: Prática individual de estilos poéticos mais complexos: limeriques, oitavas, décimas, sonetos, vilanela, martelo agalopado etc.

Quinta hora: Criação coletiva de uma história com enredo, conflito e elaboração de personagens. Transcrição dessa história para alguma modalidade poética.

Sexta hora: Apresentação oral dessa narrativa. Dúvidas e considerações finais. Criação de poema final para a despedida.

 

 

 

Conteúdo do programa:

- Mitologia primitiva.

- Origens das narrativas em versos.

- O que são rimas? 

- Métricas de 5, 7 e 10 sílabas poéticas..

- Poema ou poesia?

- Dinâmicas de contação de histórias em versos.

- Poemas e emoções.

- Culturas populares tradicionais e culturas massificadas.

- Oralidade poética.  

 

 OBEID, César. Criança Poeta: Editora do Brasil. São Paulo, 2010.

 

____________. Minhas Rimas de Cordel: Editora Moderna. São Paulo, 2005.

 

_____________. Desafios de Cordel: Editora FTD. São Paulo, 2009.

 

______________. Brincantes Poemas: Editora do Brasil. São Paulo, 2010.

 

_______________. Para Ler, Ver e Ouvir - Histórias Indianas do Pantchatantra: Editora Moderna, 2010.

 

_______________. Tupiliques - heranças indígenas no português do Brasil: Editora Moderna, 2013. 

 

Sinopse: O participante vai aprender por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e contar as diversas modalidades da literatura de cordel. Dinâmicas de narração de histórias trabalham a expressão corporal para que o universo da poesia popular rimada e metrificada seja vivenciado plenamente.

Objetivo: Iniciar o treino da escrita, leitura, narração e escuta em versos.

Duração: Quando palestra, até 02 horas. Quando oficina, à combinar.

Público-alvo: Pode ser adaptada para crianças, jovens, adultos, famílias ou educadores.

Material necessário: Quadro para escrita, papel e caneta aos participantes. Som com pedestal e microfone, se necessário.